(via allmagic)

Posted 1 June 2012, 3 days ago, 21,369 notes · reblog this shit · originally a-c-e-r-v-o

(Source: bordandoaalma, via cher-la-vie)

Posted 31 May 2012, 3 days ago, 588 notes · reblog this shit · originally bordandoaalma
Fico com medo quando me jogo nas linhas, como se jogam os búzios, como se consultam os orixás, e só o que vejo é você. Todos os santos dizendo teu nome, todas as folhas sendo pouco pra te guardar, e meus braços insanos ansiando mais que o de costume pra te abraçar.
Te amar não tá no script,
nem quero,
nem vou,
nem posso.
Mas já amo.

porque eu não vou dizer, mas as palavras se dizem sós (via insubmissa)

(via insubmissa)

Posted 31 May 2012, 3 days ago, 30 notes · reblog this shit · originally insubmissa
Posted 31 May 2012, 3 days ago, 494 notes · reblog this shit · originally pelo-interfone
Posted 31 May 2012, 3 days ago, 4,327 notes · reblog this shit · originally blackand-whitefashion

(Source: escoltar, via toutlasse)

Posted 31 May 2012, 4 days ago, 15,712 notes · reblog this shit · originally escoltar
Fiquei triste o dia inteiro, aí você me procura, inevitável, acabei sorrindo ao ver você falando comigo. Droga, você também não me ajuda. Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu dia

Tati Bernardi.   (via meujardimdeamor)

(Source: icanbefixed, via allmagic)

Posted 31 May 2012, 4 days ago, 18,930 notes · reblog this shit · originally icanbefixed
E se você puder me olhar
Se você quiser me achar
E se você trouxer o seu lar
Eu vou cuidar
Eu cuidarei dele
Eu vou cuidar do seu jardim
Eu cuidarei muito bem dele
Eu vou cuidar
Eu cuidarei do seu jantar
Do céu e do mar
E de você e de mim.

Nando Reis (via prosa-poesia)

(Source: cordialmente, via prosa-poesia)

Posted 30 May 2012, 5 days ago, 2,071 notes · reblog this shit · originally cordialmente
Posted 30 May 2012, 5 days ago, 5,459 notes · reblog this shit · originally nakedonsundays
Posted 29 May 2012, 6 days ago, 1,857 notes · reblog this shit · originally c-alling69

(Source: welsh-beast, via alegriadodia)

Posted 29 May 2012, 6 days ago, 81,050 notes · reblog this shit · originally welsh-beast

c-oracao:

“Se meu coração não se emociona mais com a presença dele, fiquei me perguntando o que eu estava fazendo ali. Se não sonho mais, não planejo mais, não desejo mais, não espero mais nada, o que eu estava fazendo ali? Não te amo mais, queria dizer a ele, pela primeira vez, sem esperar que ele sofresse com isso. Sempre quis que ele sofresse com esse dia. Mas justamente porque eu não o amo mais, nem quero mais que ele sofra. Aliás, não quero mais nada. Só ir embora. Claro que sobrou um carinho, uma amizade, uma graça. Mas tudo aquilo que era gigantesco, tudo aquilo que parecia ser maior do que eu mesma, que me soterrava, que me transportava pra outra realidade…tinha acabado. Então, por quê? Quero namorar esse homem? Não. Quero casar, ter filhos, envelhecer ao lado dele? Não mais. Nunca mais. Quero dormir com ele, ainda que daquele jeito errado em que minha solidão procura um abraço e a solidão dele procura sei lá eu o quê? Não. Quero reviver uma memória pra me sentir viva, emprestar uma alegria pura do passado? Não, tô fora de continuar sempre no mesmo lugar, me roubando minhas próprias histórias.Quero lamentar a falta de um beijo inteiro, um abraço de verdade, um carinho sem medo e uma atenção entregue sem nenhum egoísmo? Não. Não quero mais mudar ou fantasiar ninguém. Deixa o mundo ser como é. Deixa ele ser como ele é.O que eu queria, que era jogar uma conversa fora com uma pessoa que me conhece tão bem e há tantos anos, eu já tinha conseguido. Matar o tempo, rir da alma. E só. Coisa de no máximo uma hora. Mas eu já estava lá há duas.Quando ele finalmente parou de falar e a minha cabeça parou de gritar, o silêncio me contou um segredo que há muito tempo eu já desconfiava: é preciso coragem pra sair do automático.Quando minha mãe briga comigo, mesmo ela sendo uma senhorinha fofa e eu tendo o dobro do tamanho dela, sinto uma espécie de medo descabido e antigo, como se eu ainda fosse aquele menininha de maria-chiquinha. É o sininho do Pavlov, que fazia o cachorro babar por comida mesmo que não estivesse mais com fome. A mente é automática, viciada, comandada, acostumada.Quando entro em um avião, mesmo eu tendo mais de trinta anos nas costas e milhas acumuladas de muitas viagens, minha mente insiste em me mandar lembranças da mesma menina de maria-chiquinha, que tinha medo de ficar longe da mãe, que passava mal longe de casa, que odiava lugares fechados e altos.E é por isso que quando ele, a pessoa que eu mais amei no mundo (amei sem os bloqueios e sem a amargura que veio depois de tanto amor) me pede pra ficar, eu fico. Se alguma química do meu cérebro obedeceu aquela voz por anos, por que haveria de parar de obedecer agora?Mas ontem, quando finalmente peguei minha bolsa e fui embora, senti um alivio imenso e novo. E combinei que meus pensamentos condicionados não mandam mais nada. Nadinha. Chega de ser comandada pela parte mais sem alma da minha existência. Ainda que encarar um coração vazio seja mais assustador do que obedecer à velhos padrões, o prazer da coragem é sempre muito maior que qualquer susto.”

Tati Bernardi.  (via doce-inverno)

(Source: ivalentim)

Posted 28 May 2012, 6 days ago, 911 notes · reblog this shit · originally ivalentim

eunemteamo:

“Eu sei que é complicado amar devagarinho, e eu também tenho tanto medo.”  

Posted 28 May 2012, 6 days ago, 26 notes · reblog this shit · originally eunemteamo
adaptado por amar-gura, base de the-dreamgirl, detalhes princesadecopas, procuresorrir e meiopasso
don't copy
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Toda Dondoca

Publicar um texto é um jeito educado de dizer: “Me empresta seu peito porque a dor não tá cabendo só no meu.” — Tati Bernardi